duvidas

Como efetuar retrabalho em peças de alumínio brasadas? 

Retrabalho no alumínio é sempre mais complicado que em outros metais de base, uma vez que o óxido de alumínio tem temperatura de fusão de 2200 °C enquanto a do material base é 660 °C, assim o retrabalho vai exigir grande habilidade do operador. Uma maneira de facilitar é aplicar um pequena quantidade de fluxo externo para ajudar na remoção da oxidação, desde que o fluxo seja compatível com o metal de adição utilizado. Outra alternativa é o uso do Zincaflux® para retrabalho de peças brasadas com o Alumiflux® ou Aluxcor®, como o Zincaflux® tem temperatura de brasagem mais baixa que os demais produtos citados, ele permite a correção do vazamento sem a refusão do metal de brasagem previamente adicionado. Já quando a brasagem inicial é efetuada com o Zincaflux®, o retrabalho deve ser efetuado com o próprio Zincaflux®. Saiba mais em: https://www.harris-brastak.com.br/brasagem-de-aluminio/

 

Como ajustar a chama piloto do maçarico Harris 5010

Não existe procedimento que estabeleça parâmetros de regulagem de chama. Existem basicamente três tipos de chamas: carburante, neutra e oxidante. 

O punho 5010 da Harris tem duas manoplas, a azul, que libera o fluxo de oxigênio e a vermelha, que libera o fluxo de gás combustível, basicamente, a proporção da mistura é 3 pra 1, em outras palavras, pra cada 3 moléculas de oxigênio adicione 1 molécula de gás combustível (GLP), mas cada operador tempera a chama conforme sua experiência e necessidade. 

Entretanto, pensando nesta carência do mercado, a Harris desenvolveu um equipamento que parametriza essas variáveis da chama e permite o controle total através de um software evitando assim, que cada operador regule uma chama diferente do outro e o pior, dimensione uma chama ruim e mais cara.

Se quiser conhecer um pouco este produto, o qual também atenderá a indústria 4.0, por favor, acesse https://www.harris-brastak.com.br/perfect-flame/

 

Qual o arame ideal de seus produtos para solda por brasagem, de um aço SAE 1045, unindo com o carboneto de tungstênio (metal duro)?

A Harris dispõe de algumas opções para a brasagem de aço carbono com metal duro: https://le-amer-prd-usest2-webapp-harris-brastak.azurewebsites.net/wp-content/uploads/2020/03/Brasagem-de-Metal-Duro-Rev.-1-MAR18.pdf

Em nosso boletim técnico sobre isso mais informo que nossa melhor opção técnica é a liga BT249, desde que as partes a serem unidas não sofram impacto e nem deformações grandes por conta do aporte de calor, neste caso, a melhor opção é a Trimetal.

Fluxo adequado W: https://www.harris-brastak.com.br/fluxos/

 

Faço algumas brasagens de FOSCOPER no cobre, tenho que fazer umas bolsas para soldar outro cano, nisso houve já algumas rachaduras, então queria saber, tenho que trabalhar com vareta tendo mais prata, pois dentro deste cano passa água pressurizada, e tem algumas vibrações.

A resposta é sim. A prata contida na vareta oferece maior ductilidade ou capacidade de absorve vibrações, existe 3 níveis de teor de prata na vareta Foscoper.

Sugerimos você utilizar o teor médio com 5% de prata, ou seja, HARRIS 5: https://www.harris-brastak.com.br/silfoscoper/

De qualquer maneira, mantenha a bolsa no tubo pois ela é fundamental para a penetração do metal de adição e garanta que a distância entre paredes tenha entre (0,10 – 0,15) mm.

Tenho algumas dúvidas relacionadas aos bicos a serem utilizados para corte e para aquecimento. Percebi que para cada tipo de gás combustível há um tipo específico de bico. O poder de corte e aquecimento do acetileno é superior ao GLP? Quais seriam os bicos mais indicados tanto para corte quanto para aquecimento?

Analisando tecnicamente, tanto acetileno quanto GLP tem características de poder caloríficas muito similares, sendo a principal diferença aqui no Brasil, relacionado ao custo e disponibilidade do gás dependendo da região onde a empresa está localizada. Conforme tabela abaixo, podemos ver que o poder calorífico dos gases que compõe o GLP e do Acetileno, são muito próximos:

tabela

Além dos fatores econômicos, deve-se levar em consideração as características de vazão dos gases, pois dada a constituição química deles o Acetileno tem uma limitação de vazão máxima de 1m³/h (1000 litros/h). Então, se o processo de corte ou aquecimento demandar um volume maior que este de gás acetileno, se fará necessária a instalação de uma cesta de cilindros capaz de atender a vazão máxima solicitada pelo processo. A HARRIS é uma empresa de atuação global, e com base nas necessidades do mercado americano e europeu onde o Acetileno é utilizado somente em aplicações especiais, temos em nossa linha comercial um leque maior de soluções para processos de corte e aquecimento com a utilização de GLP ou GN, do que nossa linha de soluções para utilização com acetileno.

Se me permite uma recomendação, sugiro que procure junto aos nossos Distribuidores o nosso maçarico modelo 62-5 (vide anexo), pois trata-se de um equipamento desenvolvido para ser utilizado em processos de corte, aquecimento e goivagem, onde só se precisa fazer a troca dos bicos para cada processo. Ou seja, com um único maçarico e alguns bicos, é possível se realizar 3 processos diferentes.

 O que devemos considerar para especificar uma liga nanoestruturada para revestimento de superfície?

Alguns fatores são de extrema importância na escolha da liga nanoestruturada mais adequada para os mais variados mecanismos de desgaste, abaixo segue alguns destes fatores:

Espessura do metal de base;

Temperatura de trabalho;

Temperabilidade do metal de base;

Resistência ao impacto;

Resistência a corrosão

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